Telefone: (92) 3233-3449   E-mail: sitraam@gmail.com 

O sindicato surgiu a partir da promulgação da Constituição Federal de 1988, quando o servidor público conquistou a possibilidade da organização sindical. A constituição oficial da entidade se deu em 13 de fevereiro de 1989, em substituição à então Associação de Servidores da Justiça do Trabalho (Astra), durante assembleia realizada na Casa do Trabalhador, na Rua Marcílio Dias, no Centro de Manaus. Nascia então o Sindicato dos Servidores da Justiça do Trabalho da 11ª, com a abrangência no Amazonas e Roraima, e cuja sigla passou a ser Sitra-AM/RR.

O primeiro presidente do sindicato foi o servidor Eugênio da Silva Souza, mas também passaram pela presidência da entidade os servidores Helder Vieira, Icleide Pereira dos Santos, Luiz Claudio dos Santos Corrêa e Edmilson Marinho de Araújo, alguéns com mais de um mandato consecutivo.

A escolha do presidente, assim como dos demais diretores que formam a executiva da entidade, é feita por meio de votação, quando todos dos servidores filiados e em dia com suas mensalidades são convocados a exercer seu livre direito de escolha. 

Atualmente, o servidor Luiz Cláudio Corrêa foi novamente reconduzindo ao cargo, onde cumprirá o triênio 2019/2021.

A entidade é filiada à Federação Nacional dos Trabalhadores do Judiciário Federal e MPU (Fenajufe), onde atualmente também tem assento na diretoria, por meio do presidente Luiz Claudio Corrêa, que atua como um de seus coordenadores.

Identificado com a luta dos trabalhadores e de movimentos sociais, o Sitraam (forma como a sigla se tornou mais conhecida) participou ativamente das conquistas dos planos de carreira I, II, III, IV, assim como da lei 12774/2016, vigência salarial atual.

No ano de 2016, passou a representar também os servidores da Justiça Federal no Amazonas, visto que a luta da classe por reconhecimento, melhorias e preservação de seus direitos é a mesma.

Na atual conjuntura política e econômica do país, entre as principais lutas do Sitraam está a revogação da PEC  95, que congelou os salários e a realização de novos concursos, assim como não aprovação ou minimização dos efeitos da Reforma da Previdência, que praticamente acaba com as possibilidades de aposentadoria do trabalhador.

Nesse contexto, a entidade marca presença na organização da luta dos trabalhadores no estado do Amazonas e de Roraima e segue a linha política de defesa dos interesses dos trabalhadores do judiciário federal e da classe trabalhadora em geral.