(92) 3233-3449   (92) 99267-1890

Notícias

Entidades discute em Manaus paralisação do dia 19, contra a Reforma da Previdência

Na noite da última quinta-feira, 8, representantes de diversas centrais indicais, movimentos populares e partidos políticos estiveram no auditório do Sitra-Am em uma reunião ampliada da Frente de Lutas Fora Temer. Na pauta de discussões, as atividades para a mobilização do próximo dia 19 de fevereiro, contra a Reforma da Previdência, prevista para ser votada no Congresso.

Durante o encontro, foram acertados horário e local da paralisação, além de estratégias para divulgar o manifesto.

Entre as definições uma panfletagem e carro de som nos terminais de ônibus e no centro da cidade partir da próxima quinta-feira, 15. Outra estratégia para divulgar o movimento e convidar o público a participar é a alimentação de páginas em redes sociais.

Em Manaus, o protesto vai acontecer na Praça Heliodoro Balbi (Praça da Polícia), com início às 8h, seguindo em caminhada até a sede do INSS localizado na avenida 7 de Setembro, em frente à Praça D.Pedro II, próximo ao Paço Municipal.

Para o vice-presidente do Sitra-AM, Luis Claudio Corrêa, a assembleia foi muito válida, uma vez que 12 entidades representativas de servidores estiveram presentes e engajadas nessa articulação de combate aos ataques governo Temer.

“Saímos confiantes da reunião, pois observamos que as centrais estão atentas à luta contra a Reforma da Previdência. A decisão de ir para a rua marcar uma posição firme contra a aprovação da PEC 287/16 foi unânime. No dia 19, iremos lutar contra a aprovação dessa reforma e, até que a proposta seja retirada do Congresso, vamos continuar em contato com as centrais sindicais na busca de uma unidade maior de toda a classe trabalhadora do Amazonas”, pontuou.

De acordo com a secretária da Associação dos Docentes da Universidade Federal do Amazonas (Adua), Katia Vallina, a discussão do significado da Reforma da Previdência para os trabalhadores é de suma importância para os servidores. “A Reforma da Previdência representa o fim da aposentadoria e um ataque brutal aos nossos direitos arduamente conquistados. A Previdência não é deficitária e, portanto, o discurso do governo federal é falacioso e inverídico”, ressaltou.

Conforme Gilberto Vasconcelos da Silva, diretor executivo da CSP Conlutas, a paralisação do dia 19, além de combater a aprovação da Reforma da Previdência, tem como objetivo encorajar a população a se indignar com o governo Temer. “O encontro das entidades foi muito importante para retomar a luta contra a reforma da previdência e os demais ataques do governo Temer, a reunião contou com a participação de 12 entidades, e isso representa que não desistimos de lutar por um país mais justo socialmente”, finalizou.

Estavam presentes na assembleia representantes do CSP- Conlutas, Sitra-AM, Adua-SS, Andes-SN, Sintesam, MML, MLP, UJC, PCB, Luta Educador, Mais/NOS, APS e Anel.

Top