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Reforma da Previdência: construir a resistência é trabalho urgente e imediato

Construir a resistência para barrar os ataques do governo aos servidores públicos não é tarefa das mais fáceis e necessita de urgência com muita persistência. Mobilizar a categoria é o grande desafio que os sindicatos filiados à Fenajufe têm desde a XX Plenária Nacional Extraordinária, acontecida em novembro de 2016, quando foi definida a luta contra as reformas com retirada de direitos e o trabalho junto ao Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos- Fonasefe e dos fóruns estaduais.

A Fenajufe tem participado das reuniões do Fonasefe e orientado a participação nas atividades deliberadas, pois é cada vez mais necessária a unidade para lutar contra a retirada de direitos e a precarização dos serviços públicos. Mais ainda, é urgente a retomada do trabalho pelos sindicatos para mobilizar a base.

A tarefa exige persistência. São necessárias visitas diárias às unidades do Judiciário e do MPU, conversando, explicando, debatendo os efeitos nefastos das reformas pretendidas pelo governo. É o trabalho de conscientização da base que está na cartilha das lideranças sindicais. Construir a luta significa, antes de tudo, construir uma consciência de classe. E isso acontece apenas pelo acesso à informação. Informar-se é empoderar-se e assumir as rédeas sobre o poder de decisão.

A Plenária também definiu a atuação nas bases eleitorais dos parlamentares, a partir de dezembro, logo após o conjunto de decisões. Nesse sentido, cabe a cada sindicato nos estados e DF abordar seus respectivos parlamentares, ainda antes do fim do recesso parlamentar, para apresentar argumentos contra a reforma da previdência.

Os ataques são grandes e momento requer ação. Uma ação orientada desde novembro do ano passado. E é com base nas deliberações da XX Plenária Nacional Extraordinária da Fenajufe, realizada entre 24 e 27 de novembro de 2016, que a Federação REFORÇA ORIENTAÇÃO aos sindicatos a pressionarem ao máximo os parlamentares em suas bases eleitorais, antes do reinício dos trabalhos no Congresso. O mote é simples e a mensagem para eles é clara: "Basta de discurso. Eu quero ação!". Sem apoio não haverá reconhecimento. A diretriz é parte da carta aos deputados disponibilizada no site da Federação (AQUI):

"Entendemos que é urgente e necessária ampla e profunda discussão acerca da arrecadação do Sistema de Seguridade Social Brasileiro e a famigerada desvinculação das receitas da União (DRU), de modo a desmascarar a falácia de déficit da Previdência no País, divulgado pelo governo em sua campanha como justificativa para as reformas.

Vale lembrar que, ao contrário do excessivo diálogo levado com esta casa em 2016, este ano estamos mais dispostos à ação e à obtenção de resultados, portanto, menos interessados em discursos e justificativas pela subserviência de um ou outro parlamentar aos interesses do Planalto. O ano eleitoral está cada dia mais próximo.

Ação, senhores e senhoras parlamentares, é o que exigimos!"

E mais. Para auxiliar os sindicatos no trabalho de conscientização da base e construção da resistência, a Fenajufe montou em seu site uma pasta específica para a Reforma da Previdência. A sugestão é que os sindicatos montem kits com materiais disponibilizados e distribuam durante as visitas porta a porta.

Outra recomendação da Fenajufe é quanto à participação dos sindicatos e da base nas reuniões nos Fóruns de servidores públicos federais nos estaduais e DF, onde houver, bem como a articulação para criá-los onde não houver.

Agora, é agir!

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